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[Verdadeiro autor] Einstein prova a existência de Deus a um professor?

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Outro texto bastante comum que ronda as redes sociais é este aqui, atribuído a Einstein:

Deus Existe?Este artigo se refere à um suposto debate entre Albert Einstein e um professor de uma Universidade de Berlim, onde Einstein nem foi aluno, mas sim professor por volta de 1914.Ao ler esse artigo (na verdade o que o editor do site www.evoluindo.org viu foi um filme no YouTube), ele achou o vídeo bastante interessante, mesmo não acreditando que tal idéia (bastante inocente, por sinal) houvesse partido de um físico tão importante para a humanidade como foi e ainda é Albert Einstein, porém, também não se pode esquecer que o grande cientísta era também um humanista judeu e acreditava sim em Deus.Editando novamente o texto, quero reafirmar que não conhecemos o verdadeiro autor do mesmo (já ficou claro, isso) e que nos disponibilizamos a dar os créditos à quem comprovar sua autoria. Não desejamos, em momento algum nos promover, mas sim trazer novamente à tona a imagem do Deus do Bem e do Amor,…

Hermenêutica onírica

Eu sabia que era errado e que não devia estar ali. Lembranças de uma outra vida ardiam nas minhas saudades, atesouradas naquele instrumento atropelado pelo correr das máquinas... Eu sabia que era errado, mas tudo fez sentido quando ela abriu a porta do quarto e fechou-a atrás de si, atravessando com mais ânsia que cuidado uma passagem ao proibido. Se eu fazia parte de um seleto grupo sobre o qual não sabia nada, era por ela. E sequer a conhecia.
Não hesitei, todavia, em me lançar a seus braços. Tanto tempo havia se perdido... Eu continuava a mesma menina, atordoada com as inconsistências, com as inconsciências dos sentidos... e nela algumas rugas sobressaltavam aos óculos de leitura, rios entrecortados de águas escuras.  
Nesse primeiro contato talvez ela fosse mãe, talvez o afago protetor me dissesse que tudo ia se acertar. Mas outro algo me refletia seus lábios molhados de vida que me convidavam a ir mais além das minhas dúvidas; lábios aos quais colei os meus com mais respeito do …

Asas de cera

Acordei com ganas de passado
mal-passado sangrando
por baixo das feridas
transpassadas pelas linhas
de seguir em frente
de o melhor está por vir
de não tenho escolha

Acordei com ganas
esganadas
desenganadas
atrás daquela porta
onde me disse proibido
depois de me sussurrar o infinito
como pensei que merecia.

Para os que ficam

Seguimos pegadas deixadas sobre o concreto. Seguimos, seguimos... Que pegadas imaginadas, doídas... Com fé que engolimos com força porque é o único que nos resta.
Seguimos a marca que esfria que desenha os párpados cansados.
Marca da esperança que açoita
seguimos as marcas que marcam que marcas?

Clube da lua

Os pequenos espaços denunciam as grandes
distâncias...

No meu clube da lua
permitido infinito 3x4
não há espaço pra você
ou qualquer outro
que pese mais
que uma ideia.

Delicadezas

O que são essas palavras doces
carregadas por braços de aço
cruzando limites
ferindo o ego?

O que são essas sílabas claras
que transbordam sussurros
aquém do abismo
anterior todas as perguntas...?

 Eu nunca saberia
porque os braços trabalham cegamente,
as mãos agitam a água que tocam,
os dedos lastimam o cálice sagrado.

 Eu nunca saberia
parar os pés que marcham
como se um dia após o outro
fosse uma grande vitória.

Ciência ficção

Será apenas um jogo. 
O letreiro em bytes mordiam nossos olhos em néon. Novos começos, novos mundos, a tela em branco.
Será apenas um jogo. 
Casas de dados que se erguem pessoas prontas que nascem deixando-se aos montes do túmulo do presente porque o hoje é o amanhã e chegamos ao borde do pós-abismo. 
 É apenas um jogo. 
As animas sugadas por cabos de energias ligados a um computador maior que nós agora em comunhão com o deus ex Deus que sorri eletricidades ostentando seus dentes regulares de equações quânticas. 
É apenas um jogo. 
O verbo que se fez carne se desintegrou em código e se fez imagem da carne tornando as distâncias maiores ainda. 
 Seria apenas um jogo.
Se a guerra real pelos territórios imaginados não tivesse vindo se o poder não fosse reclamado à moeda se a loteria da babilônia não nos tivesse asfixiado em suas combinações impensáveis e por isso abomináveis. 
 Era apenas um jogo. 
Mas em algum momento impossível nos perdemos na simulação do real e no real da simulação nos p…